O PORÉM da pílula anticoncepcional

Em 1960 foi lançado o primeiro contraceptivo oral Enovid-10 nos Estados Unidos, e dois anos depois ele veio para o Brasil.

A pílula significou uma verdadeira revolução nos hábitos sexuais do mundo ocidental (?)

Proporcionou às mulheres uma maior liberdade sexual, fazendo-as se sentir donas do seu próprio corpo e evitando a gravidez indesejada (?)

DISTORÇÕES embasadas em conveniência e olhar patriarcal de uma ginecologia feita por homens!

PRECISAMOS falar sobre as suas consequências! Porque com os “benefícios”, vieram também os sintomas colaterais. E sobre esses, pouco se conta.

Dores de cabeça, náuseas, mudanças de humor, aumento do risco de doenças como a trombose e a embolia pulmonar são alguns dos mais comuns. E sobre isso você encontra MUITOS estudos online (COM EMBASAMENTO)! Só dar um Google.

No fim das contas, a decisão sobre tomar ou não a pílula anticoncepcional é individual. Eu optei por parar de tomar há 4 anos atrás, e só me arrependo de não ter parado antes.

É algo extremamente pessoal – até porque somos indivíduos completamente diferentes – o organismo de cada um funciona de uma maneira e pelas diversas fases da vida isso vai mudando.

O intuito aqui é apenas mostrar que tem algo errado acontecendo por causa disso e que as coisas precisam mudar, os alertas precisam ser maiores, os médicos mais atenciosos, as farmacêuticas mais preocupadas com a qualidade e procedência do que estão vendendo.

Em outros países, com outras culturas, contraceptivos que não possuem hormônios combinados e que são de longa duração são muito mais utilizados que aqui. A brasileira precisa saber que há muitos outros métodos disponíveis, com benefícios e riscos variáveis dependendo da mulher.

Na minha opinião, não devemos ter que mudar quem somos para nos proteger de uma gravidez indesejada, e devemos ser ensinadas o suficiente sobre como nosso próprio corpo funciona, para tomarmos essa decisão de forma CONSCIENTE!

Fontes: Dr Dráuzio Varella, Site Vida Natural, Hypeness, Unimed.

 

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